Line Records combate a pirataria com a política de preços baixos

A pirataria pode ser considerada uma das principais vilãs do mercado fonográfico. Ainda que em menores proporções, ela também já atinge o universo da música gospel e tem sido um empecilho para o desenvolvimento de milhares de ministérios. Com o objetivo de combater este crescimento, a Line Records decidiu investir em uma estratégia que vai além da simples exibição de selos antipirataria na contra-capa de CDs.

A nova visão da gravadora é ampliar o consumo de produtos originais através da política de preços baixos.
Atualmente, lançamentos como “Família”, do cantor Regis Danese, e “Pedra Angular”, da Banda Catedral, podem ser adquiridos em sua loja virtual a preços promocionais que não ultrapassam o valor de R$14,99. Recentemente, a Line também investiu em um saldão que disponibiliza produtos de alta qualidade no valor de R$4,99 para CDs e R$9,99 para DVDs.
A iniciativa da gravadora gerou comentários no microblog Twitter. “Com uma obra perfeita como ‘Pedra Angular’ sendo vendida a R$14,99 não traz margem para ninguém comprar pirata! #PirataNão”, postou o usuário Hudson Ponttes.
Ao adquirir um CD pirata, o que muitos não levam em consideração é o fato de uma produção deste porte envolver centenas de profissionais que precisam ser reconhecidos e remunerados pelo seu trabalho. O custo de produção de um CD, por exemplo, pode ultrapassar o valor de R$ 30 mil e, depois de lançado, ainda existem as despesas referentes ao pagamento dos direitos artísticos e autorais. A verdade é que milhares de pessoas dependem única e exclusivamente da venda de CDs para constituição de sua fonte de renda.
Além da questão comercial, a pirataria é considerada crime e, portanto, à luz da Bíblia pode ser vista como pecado.  “Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”, diz as Escrituras Sagradas em Mateus 22.21.
Para o Diretor Geral da Line Records, Sérgio Lima, “a nova política da gravadora tem como objetivo ampliar a pregação da palavra de Deus através da música, facilitando o acesso para as pessoas das mais diversas classes sociais”.

Por Alessandra Lemos
Assessoria de Imprensa